São Valentim

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Sao Valentim

Mulheres e Video Games

Videogame sempre foi “coisa de menino”, mas, agora, os garotos que se cuidem, porque o cordão do mulheril aumenta à base de tiros e explosões. Um estudo da fabricante Sony, feito em 2011 com mil jogadores de PlayStation em Porto Alegre, São Paulo e Recife, mostrou que 30% deles são… elas. E estimativas na web dão conta de que um em cada cinco fãs de World of Warcraft, sucesso entre os games de MMORPG (RPG online), com dez milhões de assinantes, são mulheres.

Há um sem-número de sites de autoafirmação de meninas gamers. O tal vídeo manifesto foi produzido nos Estados Unidos, mas, por aqui, a mulherada também não tem vida fácil. Estudante de Letras na PUC-Rio, Isabel Ferreira, de 24 anos, encara diariamente comentários desagradáveis de marmanjos.

- Quando jogamos contra eles online, ouvimos muita besteira. Dizem que, se uma menina está no computador sexta-feira à noite é porque deve ser baranga e sem namorado – conta ela. – Mas não ligo para isso, e continuo ganhando deles.

A equipe da revista foi à escola de desenvolvimento de games Seven, no Centro, para conversar com meninas que não largam o joystick. Para elas, a melhor cura para TPM é um headshot (disparo na cabeça do rival) durante uma sessão de Counter-Strike, Call of Duty ou qualquer outro jogo de tiro. As alunas Vanessa de Souza e Priscilla Prudêncio dizem que, por serem vistas como rivais mais fracas, as meninas se esforçam para detonar os barbados, sem se importar com o tamanho da espada que eles usam no World of Warcraft.

- Os meninos acham que a gente não entende de game, então as garotas se aplicam para ganhar deles. Nossa competitividade é maior, e eles ficam furiosos quando perdem para mulheres – diz Vanessa.

Não se trata de feminismo chatola ou coisa parecida. As garotas só querem acabar com essa discriminação boba e sem sentido. Karen Almeida, de 23 anos, é a criadora do blog “Girl on nerd rage”. Ela guarda as mensagens que recebe quando joga online e já reuniu um verdadeiro baú do machismo:

- A maioria dos caras tem mente fechada. Ouvi um garoto dizer que eu deveria largar o joystick e tirar a minha roupa.

É um sonho dessas meninas ver mais games com heroínas virtuais. Elas reclamam que as protagonistas femininas são quase sempre idealizadas pelos machos, com peitões, decotes e curvas sensuais, como as modelos nos comerciais de carro e cerveja. Um exemplo desse estereótipo é Lara Croft, heroína do jogo Tomb Raider que foi interpretada no cinema pela atriz Angelina Jolie.

No entanto, o coordenador do projeto Game Studies, do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas, Arthur Protásio, vê melhorias nesse sentido, graças à customização dos personagens.

- Hoje, vários games permitem ao jogador customizar desde o sexo até a vestimenta do personagem. Lara Croft foi criada nos anos 90 para ser uma versão feminina do Indiana Jones, mas os anúncios veiculados só mostravam a heroína em poses sensuais, numa visão totalmente masculina – critica Protásio.

 

 

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